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Palma Forrageira


1. Classificação1;2

Espécie: Opuntia ficus-indica (L.) P. Mill.
Família: Cactaceae
Sinonímias: Cactus ficus-indica L.; Opuntia compressa J.F. Macbr.; Opuntia vulgaris P. Mill.
Nomes vulgares: indian fig (Inglês); nopal de castilla (Espanhol); palma-forrageira, palma gigante, palma redonda (Português)
Espécie: Nopalea cochinilifera Salm Dyck
Família: Cactaceae
Sinonímia: Cactus cochenillifer L.
Nomes vulgares: nopal (Espanhol); palma-forrageira, palma doce, palma miúda (Português).

2. Descrição Botânica3

Cacto suculento, ramificado, de porte arbustivo, com altura entre 1,5 e 3 m, ramos clorofilados achatados, de coloração verde-acinzentada, mais compridos (30 - 60 cm) do que largos (6 - 15 cm), variando de densamente espinhosos até desprovidos de espinhos (inermes). As folhas são excepcionalmente pequenas, decíduas precoces. As flores são amarelo ou laranja brilhantes, vistosas. Os frutos são amarelos-avermelhados, suculentos, com aproximadamente 8 cm de comprimento, com tufos de diminutos espinhos.
3. Distribuição Geográfica (Natural)4

Espécie nativa das regiões áridas da América Central, principalmente México.

4. Histórico da Introdução da Palma Forrageira no Nordeste Brasileiro5

A palma forrageira foi introduzida no semi-árido nordestino no final do século XIX, com o intuito da produção de corante carmim. Porém por pouco tempo foi explorada para tal ensejo. Foi após a grande seca ocorrida em 1932 que a palma foi descoberta como uma excelente alternativa forrageira. Neste período o governo federal implantou o primeiro programa com a espécie, induzindo desta forma sua disseminação.

A partir da década de 50 que realmente começaram os estudos de caráter mais aprofundados sobre a espécie, visando assim seu melhor aproveitamento. Entre os anos de 1979 e 1983, durante a estiagem prolongada ocorrida no nordeste brasileiro, que a palma ganhou de vez seu espaço no cenário semi-árido. Desta data em diante inúmeros estudos voltaram-se para esta forrageira.

Estima-se que hoje existam cerca de 500 mil hectares de palma forrageira no nordeste. Estando boa parte deste montante concentrado nos estados de Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte e Bahia.  No Brasil, duas espécies de palma forrageira são cultivadas em larga escala: O. fícus-indica e N. cochenillifera. A primeira possui as cultivares gigante e redonda. Já a segunda possuí a cultivar miúda ou doce.

A cultivar gigante possui cladódios que pesem em média 1 Kg, tento em média 50 cm de comprimento. Esta é a cultivar mais comum no semi-árido nordestino, principalmente devido sua rusticidade.

A cultivar redonda apresenta cladódios pesando em média 1,8 Kg, medindo aproximadamente 40 cm de comprimento. Esta cultivar possui suas raquetes mais espessas que a supracitada.

Por sua vez, a cultivar miúda possui raquetes pesando em torno de 350g, com 25 cm de comprimento. Este é o cultivar de menor porte entre as três citadas. Alem de ser a mais exigente quanto à qualidade do solo, quantidade de água. Ela é a menos produtiva quanto à produção de matéria verde, em contrapartida é a mais produtiva expressa em matéria seca.

6. Ecologia da Palma Forrageira5; 7; 8; 9

A palma forrageira é uma cultura bem adaptada às condições adversas do semi-árido. A espécie apresenta-se como uma alternativa primordial para estas regiões, visto que é uma cultura que apresenta aspecto fisiológico especial quanto à absorção, aproveitamento e perda de água, sendo bem adaptada às condições adversas do cenário em questão.

As raízes das palmas desenvolvem características fisiológicas inerentes de plantas xerófilas, que dão maior resistência as plantas em períodos prolongados de estiagem.
A estrutura responsável pela fotossíntese nas plantas, na sua grande maioria, são as folhas. Nas palmas, quem tem essa função são os cladódios. Suas folhas diminutas são logo perdidas nas fases ontogenéticas inferiores.

Assim como boa parte das plantas xerófilas, e de ambientes semi-áridos a desérticos, as palmas apresentam o metabolismo ácido crassuláceo, conhecido como mecanismo CAM. A grande diferencia entre estas e as plantas C4, está no processo de fechamento dos estômatos durante o período diurno, para evitar a perda excessiva de água, e a abertura durante o noturno. Assim as plantas CAM absorvem CO2 durante a noite, transformando em ácidos orgânicos, onde se decompõe e liberam no dia seguinte o CO2, que é assimilado pelo ciclo de carbono.

A captação atmosférica do CO2 e o acúmulo resultante da biomassa das palmas, depende das condições ambientais. Os principais fatores são o teor de água do solo, a temperatura do ar, a luz e vários elementos do solo.

A resistência à seca envolve aspectos de sua morfologia, fisiologia e bioquímica. Sendo considerados três mecanismos relacionados à seca: resistência, tolerância e escape. A resistência esta relacionada a sua própria condição xerofítica; O escape, através de um sistema radicular superficial e ramificado que lhe possibilita um eficiente aproveitamento das chuvas pouco intensas; A tolerância está relacionada a fotores bioquímicos, como a diminuição do metabolismo.

7. Composição Físico-Química da Palma Forrageira

Segundo Santos et al. (1990) e Wanderley et al. (2002), esta cactácea é um alimento suculento, rico em água e mucilagem, com significativos teores de minerais, principalmente cálcio (Ca), potássio (K) e magnésio (Mg). Apresenta altos teores de carboidratos não fibrosos (CNF) e elevado coeficiente de digestibilidade da matéria seca (MS). Por outro lado, possui baixos teores de MS (10 a 14%), proteína bruta (4,0 a 6,0%) e fibra em detergente neutro (26,8%).

As cultivares redonda e gigante apresentam, em média, teores de matéria seca, proteína bruta, fibra bruta e digestibilidade in vitro da matéria seca de 10,48; 4,72; 9,96; e 74,66%, respectivamente (Santana et al., 1972; Santos et al., 1997).
A palma forrageira apresenta elevados teores de Ca (3,74), K (1,83) e Mg (2,14) % na MS (Santos, 1989; Germano et al., 1991). Os teores de P na palma forrageira, como na maioria das forragens, são considerados baixos (0,08 - 0,16) (Santos, 1989; Germano et al., 1991; Cunha, 1996).

8. Plantio da Palma Forrageira

O espaçamento no plantio da palma forrageira varia de acordo com a fertilidade do solo, quantidade de chuvas, finalidade de exploração e com sua utilização ou não em consórcio com outras culturas. O cultivo da palma forrageira em espaçamento adensado tem sido mais utilizado recentemente. Nesses espaçamentos, os tratos culturais e a colheita são dificultados, aumentando os gastos com a mão de obra. Além desses aspectos, neste caso, ocorre uma maior quantidade de nutrientes extraídos do solo, considerando que em espaçamento 2,0 m x 1,0 m tem-se 5.000 plantas/ha, enquanto que no espaçamento 1,0 m x 0,25 m a quantidade de plantas é oito vezes maior, ou seja, 40.000 plantas/ha, sendo necessário um maior cuidado com as adubações (Teles et al., 2002).

Albuquerque & Rao (1997), estudando espaçamentos em palma forrageira cultivar Gigante, de 1,0 m x 1,0 m; 2,0 m x 1,0 m; 2,0 m x 0,50 m; 2,0 m x 0,67 m e 3,0 m x (1,0 m x 0,50 m), verificaram que houve diferença de produção de forragem entre os espaçamentos estudados. Farias et al. (1989) obtiveram menores produções de matéria seca de artículos de palma, quando utilizaram o espaçamento de 7,0 m x (1,0 m x 0,50 m), em relação aos espaçamentos 2,0 m x 1,0 m e 3,0 m x (1,0 m x 0,50 m). Em trabalho realizado por Barrientos Pérez (1972), com Opuntia ficus-indica, no México, utilizando os espaçamentos de 1,0 m x 0,25 m e 0,50 m x 0,25 m, foram obtidas produções de 58,0 e 64,8 t/ha de matéria verde (MV), respectivamente.
Com espaçamentos mais adensados, pode-se alcançar maiores produções, mas os custos de estabelecimento do palmal são maiores e os tratos culturais ficam mais difíceis e não permitem consorciação com outras culturas (Farias et al., 2000).
Com espaçamento adensado, tem-se observado a ocorrência de amarelecimento dos palmais nos Estados de Pernambuco e Alagoas. Supõe-se que tal amarelecimento, com base em observação in loco, seja decorrente da deficiência de algum nutriente no solo ou do aparecimento de nematóides que podem inibir a absorção de nutriente pela cultura (Teles et al., 2002).

9. Patologias5; 10

A palma é, por natureza, uma espécie bastante resistente, sendo, entretanto susceptível a pragas e doenças. Em geral as doenças que atacam estes táxons, estão ligados a deficiências nutricionais, ou a longos períodos de estiagem.

Não existem notícias de casos em que uma doença tenha provocado danos econômicos significativos a esta lavoura. Porém existem duas espécies de cochonilhas que merecem maiores atenções: a cochonilha-de-escama (Diaspis echinocacti) e a cochonilha do carmim (Dactylopius ceylonicus).

Ambas, podem em casos extremos, levar a palma a morte, dependendo do grau de infestação, e condições ambientais.

O controle deve ser feito a curto, médio prazo. Em curto prazo, por controle mecânico, físico e químico. Em médio prazo, por controle biológico e cultural.
Síntese das recomendações de manejo da cochonilha da “palma” baseado em trabalhos desenvolvidos no Estado de Pernambuco.

Plantio deve ser feito corretamente na época indicada, antes do período das chuvas com raquetes sadias sem cochonilha, de procedência conhecida para evitar a presença da praga no início da plantação.

Eliminar das plantações as variedades de “palma” mais suscetíveis à cochonilha.
Proceder a adubação orgânica na época do plantio com estrume bovino, caprino ou de aves na proporção de 10 a 20 toneladas por hectare e a cada dois anos no  período próximo ao início da estação chuvosa. A adubação aumenta a produção e induz  resistência da planta à  praga.

Identificar a presença da cochonilha na área cultivada com palma logo no início facilita o controle procedendo a erradicação das plantas infestadas. A praga surge em plantas isoladas no meio da área cultivada.

Proceder tratos culturais, limpa para evitar concorrência de ervas daninhas com a cultura.

É importante o conhecimento de propriedades com “palmas” infestadas pela cochonilha para evitar que homens e animais passem destas áreas para plantação de palma sadia, esta é a principal forma de propagação da praga.

A eliminação dos focos de cochonilha na área cultivada é muito importante desde que as raquetes infestadas não apresentem inimigos  naturais  (parasitóides ou predadores). Esta eliminação consiste no corte da “palma” infestada pela praga para reduzir a população do inseto. As raquetes mesmo infestadas pela praga podem ser utilizadas na alimentação do gado.

Controle biológico consiste na utilização dos inimigos naturais da praga que são liberados no campo onde a cochonilha estiver ocorrendo para se processar o equilíbrio natural. O procedimento deve ser o seguinte uma vez confirmada a presença da praga livre da ação dos agentes controladores, eles devem ser adquiridos para liberação no local onde a cochonilha vem se desenvolvendo. Para tanto se faz necessário orientação na aplicação desta técnica de controle. Os parasitóides ou predadores podem ser adquiridos de criação em laboratório ou remanejados de onde eles ocorrem para o local onde a praga vem se desenvolvendo livremente.

É importante o conhecimento dos inimigos naturais da praga para preservação e manutenção dos mesmos nas áreas de “palma” sujeitas a ação da praga.
Faz-se necessário dependendo do nível de infestação da praga na cultura, uma média de dois mil predadores por hectare para se obter o controle da praga estável em uma faixa de 3 a 4 meses.

Melhor resultado com o controle biológico é obtido com a ação conjunta de predadores e parasitóides atuando na mesma área.

Evitar o uso indiscriminado de inseticidas para preservar os inimigos naturais e impedir a formação de raça resistente da praga aos inseticidas.

Uso de produtos químicos deve ser feito com cautela para não prejudicar os controladores naturais, que são mais sensíveis aos defensivos agrícolas que a própria praga. Para tanto os indicados são os inseticidas seletivos.

A aplicação de inseticidas deve ser com produtos seletivos indicados para cochonilha na cultura, devendo ainda ser aplicado em pequenas áreas, um quarto ou menos da plantação onde não foram encontrados inimigos naturais.

Um produto indicado para o controle da cochonilha da “palma” é o óleo mineral para pulverização de plantas na proporção de 1%.  A principal atuação da solução sobre a praga é formação de uma película transparente sobre a escama que funciona como uma lente de aumento, quando o sol incide sobre a cochonilha queima o corpo da mesma, isto principalmente por elas serem de hábito estacionário.

Para essa cochonilha é importante o reconhecimento de machos e fêmeas, o que permite proceder a introdução de machos nas áreas onde a infestação é somente de fêmeas, como medida auxiliar no controle da praga. A separação é feita segundo a forma da escama de proteção do inseto. As fêmeas apresentam escama redonda e os machos escama menor e alongada. Nesta etapa são levadas raquetes de palma contendo escamas alongadas e colocar as mesmas amarradas com cordão na touceira da planta onde a infestação é somente de fêmeas de escamas redondas.  Esta medida pode reduzir a população de fêmeas em até 50%, uma vez que a reprodução passa a ser por anfigonia dando nascimento a machos e fêmeas na razão sexual de um para um.

11. Considerações Finais

Devido a sua boa adaptação ao semi-árido nordestino, seu baixo custo e bom desempenho como forrageira, a palma é uma excelente alternativa para o cenário biogeográfico em questão. Esta espécie é uma boa solução para inúmeros problemas eco-sócio-ambientais em muitas áreas extremamente afetadas com a falta d’água.
A despeito da assertiva anterior, deve-se ter cuidado com qualquer cultura introduzida, uma vez que muitas se tornam infestantes. No caso específico da palma, essa problemática já é observada no Estado de Roraima. É notório que estas espécies quando se tornam muito agressivas, acabam excluindo táxons autóctones, causando um grande deserto ecológico.




12. Referências Bibliográficas

ALBUQUERQUE, S.G.; RAO, M.R. Espaçamento da palma forrageira em consórcio com sorgo granífero e feijão-de-corda no Sertão de Pernambucano. Revista da Sociedade Brasileira de Zootecnia, Viçosa, v.26, n.4, p.645-650, 1997.

10ARRUDA FILHO, G.P. & ARRUDA, G.P. Manejo Integrado de cochonilha Diaspis echinocacti praga da palma forrageira em Brasil. 2005. Disponível em: http://web.catie.ac.cr/informacion/RMIP/rev64/ht-b.htm. Acesso em: 10/ Dez/ 2005.

BARRIENTOS PÉREZ, F. Rendimentos del nopal (Opuntia ficus-indica) var. Copena F-1 a diversas densidades. Chapingo : Colégio de Postgraduados, 1972.

2BRUMMITT, R. K.; POWELL, C. E. Authors of plant names. Kew: Royal Botanic Gardens, 1992.

7COSTA, B.M.C.; MENDONÇA, C.A.G.; CALAZANS, J.A.M. Forrageiras arbóreas e suculentas para formação de pastagens. Cruz das Almas: IPEAL, 1973. p.15-19. (Circular Técnico, 34).

1CRONQUIST, A. An integrated system of classification of flowering plants. New York: Columbia University Press, 1981.

CUNHA, M.G.G. Efeito da adição de fibra em dietas a base de palma forrageira (Opuntia ficus indica Mill) sobre os parâmetros da fermentação ruminal e da digestibilidade em ovinos. Recife: Universidade Federal Rural de Pernambuco, 1996. 88p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) – Universidade Federal Rural de Pernambuco, 1996.

5DATAMÉTRICA. Prometo palma relatório técnico: relatório. Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (FAEPE), PE. 2004.

FARIAS, I.; LIRA, M.A.; SANTOS, D.C. et al. Efeito da freqüência e intensidade de corte em diferentes espaçamentos na cultura da palma forrageira (Opuntia ficus indica Mill), em consórcio com sorgo granífero (Sorghum bicolor (L.) Moench). Pesquisa Agropecuária Pernambucana, v.6, n.especial, p.169-183, 1989.

FARIAS, I, et al. Manejo de colheita e espaçamento da palma-forrageira, em consórcio com sorgo granífero, no agreste de Pernambuco. Pesq. agropec. bras. vol.35 no.2 Brasília. 2000.

9FISHER, R.A.; TUNER, N.C. Plant productivity in the arid and semiarid zones. Annual Review of Plant Physiology, Palo Alto, v.29, p.277-317, 1978.

GERMANO, R.H.; BARBOSA, H.P.; COSTA, R.G. et al. Avaliação da composição química e mineral de seis cactáceas do semi-árido paraibano. In: REUNIÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 28., 1991, João Pessoa. Anais... João Pessoa: Sociedade Brasileira de Zootecnia, 1991. p.3.

3INSTITUTO HORUS. 2005. Opuntia ficus-indica (L.) P. Mill. Disponível em: http://www.institutohorus.org.br/download/fichas/opuntia_ficus-indica.htm. Acesso em: 02/ dez/ 2005.

8MAGALHÃES, A.C.N. Fotossíntese. In: FERRI, M.G. Fisiologia vegetal. São Paulo : EPU-EDUSP, 1979. 350p. p.117-166.

4OJASTI, J; JIMÉNEZ, E G; OTAHOLA, E S; ROMÁN, L B G. Informe sobre las Especies Exóticas en Venezuela, Caracas, Venezuela. Ministerio del Ambiente y de los Recursos Naturales, 2001.

SANTANA, O.P.; ESTIMA, A.L.; FARIAS, I. Palma versus silagem na alimentação de vacas leiteiras. Revista Brasileira de Zootecnia, v.1, n.1, p.31-40, 1972.

SANTOS, M.V.F. Composição química, armazenamento e avaliação da palma forrageira (Opuntia ficus indica Mill e Nopalea cochenillifera Salm-Dyck) na produção de leite, em Pernambuco. Recife: Universidade Federal Rural de Pernambuco, 1989. 124p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) - Universidade Federal Rural de Pernambuco, 1989.

SANTOS, M.V.F.; LIRA, M.A.; FARIAS, I. et al. Estudo comparativo das cultivares de palma forrageira gigante, redonda (Opuntia ficus indica Mill) e miúda (Nopalia cochonillifera Salm Dyck) na produção de leite. Revista Brasileira de Zootecnia, v.19, n.6, p.504-511, 1990.

6SANTOS, D.C.; FARIAS, I.; LIRA, M.A. et al. A palma forrageira (Opuntia ficus indica Mill e Nopalea cochinilifera Salm Dyck) em Pernambuco = cultivo e utilização. Recife: IPA, 1997. 23p. (IPA, Documentos, 25).

TELES, M. M., SANTOS, M. V. F. DOS, DUBEUX JUNIOR, J.  B. et al. Effects of Nematicide and Fertilization on the Forage Cactus (Opuntia ficus indica Mill) cv. "Gigante" Growth and Production. Rev. Bras. Zootec., Jan./Feb., vol.31, no.1. 2002.

WANDERLEY, W.L.; FERREIRA, M.A.; ANDRADE, D.K.B. et al. Palma forrageira (Opuntia ficus indica, Mipp) em substituição à silagem de sorgo (Sorghum bicolor (L.) na alimentação de vacas leiteiras. Revista Brasileira de Zootecnia, v.31, n.1, p.273-281, 2002.





Autores:

Juliano Ricardo Fabricante
Biólogo, M.Sc. em Agronomia (Ecologia e Meio Ambirnte), julianofabricante@hotmail.com.

Selma dos Santos Feitosa
Engª Agrônoma,  M.Sc. em Agronomia (Solos e Nutrição de Plantas), feitosass@ig.com.br.




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